TEMA: A prática de bullying nas escolas do Brasil

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TEMA: A prática de bullying nas escolas do Brasil

Mensagem por bruno89 em Seg Abr 10, 2017 12:50 pm

Bullying: nota zero.

Paulo Freire, educador brasileiro, considerava que a sociedade só evolui a partir de uma boa educação. Nesse sentido, as escolas devem proporcionar, além de qualificado corpo docente, ambiente de ensino seguro e que fomente o potencial dos alunos. No entanto, o bullying, principal obstáculo contra essa idealização, se acentuou no século XXI, seja por negligência familiar, seja por pouca fiscalização no âmbito escolar.

Sigmund Freud, neurologista austríaco, acreditava que a infância representa a principal fase de polimento psicológico de um indivíduo. Nesse contexto, a família exerce influência fundamental na evolução de crianças e adolescentes, e a falta de interesse pela educação dos filhos se reflete diretamente no ambiente escolar, uma vez que esses jovens tendem a reproduzir a postura autoritária, que exercem no lar, nas escolas - muitas vezes de forma hostil contra colegas de classe. Essa prática de bullying nutre nas vítimas sentimentos de angústia e, em casos extremos, de vingança, como, por exemplo, o caso "massacre de Realengo" - 2011 -, no qual uma vítima de bullying na infância assassinou 12 pessoas no antigo colégio. Confirma-se, dessa maneira, que tais atos de preconceito por diferenças - físicas, de pensamento - causam transtornos profundos tanto individuais quanto para a comunidade.

Deve-se ressaltar, ainda, que, embora a negligência familiar seja preponderante nessa mazela social, as escolas também possuem parcela significativa nesse processo. As ausências de punição e fiscalização de alunos hostis, muitas vezes, fomentam o recrudescimento desses atos e influenciam negativamente no comportamento de outros estudantes. Além disso, o reflexo dessa omissão escolar é refletido nas vítimas, as quais se sentem isoladas e desamparadas pelo ambiente de ensino. Dessa forma, essas práticas de violência física e psicológica podem ocasionar, no futuro, em adultos violentos e, sobretudo, em cidadãos depressivos e introspectivos.

Assevera-se, portanto, a mazela social a qual o bullying representa e a necessidade de neutralizá-lo. Nesse contexto, o Ministério da Educação, em parceria com o Poder Legislativo, deve elaborar lei que puna os pais como responsáveis por filhos recorrentemente hostis em âmbito escolar, fazendo com que os progenitores passem por cursos de reeducação que auxiliarão na melhora educacional dos filhos. Além disso, é necessário que as escolas reservem espaço particular para que as vítimas possam denunciar eventuais humilhações sem se sentirem desamparadas e inseguras, punindo de forma severa - suspensão, atividades extracurriculares - os agressores. Dessa forma, paulatinamente essa adversidade será minorada e as escolas cumprirão seus papeis de positivas modeladoras sociais.

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Re: TEMA: A prática de bullying nas escolas do Brasil

Mensagem por Francis Bacon em Seg Abr 17, 2017 7:17 am

Bullying: nota zero.

Paulo Freire, educador brasileiro, considerava que a sociedade só evolui a partir de uma boa educação. Nesse sentido, as escolas devem proporcionar, além de qualificado corpo docente, ambiente de ensino seguro e que fomente o potencial dos alunos. No entanto, o bullying, principal obstáculo contra essa idealização, que se acentuou no século XXI, seja por negligência familiar, seja por pouca fiscalização no âmbito escolar, acaba por contribuir de forma negativa para o avanço do ensino no Brasil.
[
E = o bullying cresceu no país e?...]
Lembre-se de que a sua tese deve contar a sua opinião e a sua opinião deve conter o seu posicionamento sobre o tema!!!]

Sigmund Freud, neurologista austríaco, acreditava que a infância representa a principal fase de polimento psicológico de um indivíduo. Nesse contexto, a família exerce influência fundamental na evolução de crianças e adolescentes, e a falta de interesse pela educação dos filhos se reflete diretamente no ambiente escolar[] uma vez que esses jovens tendem a reproduzir a postura autoritária, que exercem no lar, nas escolas[?] - muitas vezes de forma hostil contra colegas de classe. Essa prática de bullying nutre[,] nas vítimas[,] sentimentos de angústia e, em casos extremos, de vingança, como, por exemplo, o caso "Massacre de Realengo"[,] ocorrido em 2011[,], no qual uma vítima de bullying na infância assassinou 12 pessoas no antigo colégio[E]. Confirma-se, dessa maneira, que tais atos de preconceito por diferenças – físicas e de pensamento - causam transtornos profundos tanto individuais quanto para a comunidade.[A = o que isso comprova no seu argumento de que a negligência da família é responsável pelo bullying? O caso citado em questão foi motivado por vingança de uma situação passada por ele na própria escola, e não na família, como citado no texto.]

Deve-se ressaltar, ainda, que, embora a negligência familiar seja preponderante nessa mazela social, as escolas também possuem parcela significativa nesse processo. As ausências de punição e fiscalização de alunos hostis, muitas vezes, fomentam o recrudescimento desses atos e influenciam negativamente no comportamento de outros estudantes. Além disso, o reflexo dessa omissão escolar é refletido nas vítimas, as quais se sentem isoladas e desamparadas pelo ambiente de ensino. Dessa forma, essas práticas de violência física e psicológica podem ocasionar, no futuro, em adultos violentos e, sobretudo, em cidadãos depressivos e introspectivos.[só faltou um fato para fundamentar seu argumento, heim!!]

Assevera-se, portanto, a mazela social a qual o bullying[R] representa e a necessidade de neutralizá-lo. Nesse contexto, o Ministério da Educação[] em parceria com o Poder Legislativo[] deve elaborar uma lei que puna os pais como responsáveis por filhos recorrentemente hostis em âmbito escolar, fazendo com que os progenitores passem por cursos de reeducação que auxiliarão na melhora educacional dos filhos. Além disso, é necessário que as escolas reservem espaço particular para que as vítimas possam denunciar eventuais humilhações sem se sentirem desamparadas e inseguras, punindo de forma severa - suspensão, atividades extracurriculares - os agressores. Dessa forma, paulatinamente essa adversidade será minorada e as escolas cumprirão seus papéis de positivas modeladoras sociais.

Nota:
I
160
Você atingiu 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir.
O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
II
200
Você atingiu 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
III
180
Você atingiu 90% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir.
Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.
IV
200
Você atingiu 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir.
O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.
V
180
Você atingiu 90% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir.
O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Aviso:
*Lembre-se de que a quebra de linha presente entre os parágrafos deste fórum é somente para facilitar a leitura do texto. No ENEM, a paragrafação deverá ser feita sem quebra de linha, apenas com o espaçamento entre a margem e o início de cada parágrafo.*
Legenda de Erros:
[!]
Evite
[A]
Argumentação
[D]
Descritivo
[F]
Fuga de Tema ou Tese
[N]
Norma Culta
[P]
Prolixo
[?]
Confuso
[C]
Conectivo
[E]
Explique/Explicite
[G]
Gênero Textual
[R]
Repetido


[!] = expressão não indicada por conter possível: clichê; cacofonia; preciosismo; pleonasmo; redundância; queísmo; período longo; preconceito; esteriótipo.
[?] = o trecho contém problemas na interpretação (releia) (COERÊNCIA): ambiguidade; difícil entendimento; ausência de sentido lógico.
[A] = o trecho contém falhas técnicas na argumentação: explicação carece de comprovação (informação fatídica); argumentação descritiva ou sem ideia conclusiva (o que você está defendendo?!); sequência argumentação/explicação não possui lógica ou possui lógica falaciosa (Ex.: de acordo com a Biologia, toda laranja é amarela > laranja é uma fruta > limão também é uma fruta > logo, todo limão também é amarelo???);
[C] = o trecho contém problemas nos elementos de sequenciação (COESÃO): ausência de conectivo ligando períodos; uso incorreto do elemento coesivo (conjunção) em relação à sequência justaposta de períodos e o seu significado.
[D] = o trecho tende para a descrição sobre a proposta, apresentando caráter mais descritivo que argumentativo (Ex.: tema: violência contra a mulher: o candidato descreve o transcorrer do feminicídio ao longo da história enumerando informações detalhadas, mas não desenvolve o problema de fato).
*lembre-se de que uma informação fatídica, quando sozinha, não sustenta totalmente o argumento, é preciso explicitar como ela se desenvolve em problema a partir do seu ponto de vista*.
[E] = sentença com sentido desconhecido ou incompleto: informação incompleta (de que? quem? do que? o que? pra que/quem? qual/quais? pelo que? como???); informação muito específica; sigla sem o nome por extenso previamente identificado.
*o corretor não vai parar sua correção para procurar o significado do que você quis dizer*
[F] = o trecho contém falha na abordagem do tema sugerido: desenvolve de maneira superficial o tema sugerido ou aprofunda tópicos relacionados ao assunto do tema, mas não na proposta dele propriamente dita (foque no tema da proposta, e não no assunto); desenvolve uma ideia ao longo do texto que não explicitada na tese da introdução; soluciona um problema na proposta de intervenção que não foi trabalhado ao longo do desenvolvimento no texto.
[G] = o trecho apresenta falha no gênero dissertativo-argumentativo: tese rasa ou não explícita; prolongamento da tese no desenvolvimento; paragrafação em sequência diferente do padrão (intro. > desenv. > concl.); verbo em 1ª ou 2ª pessoa; proposta de intervenção conjugada em tempo verbal diferente do imperativo afirmativo.
[N] = o trecho contém palavra ou expressão com traço de informalidade: erro ortográfico; gíria; linguagem popular.
[P] = o trecho contém informação desnecessária: prolongamento irrelevante de seu conteúdo; argumentos abundantes; informações altamente detalhadas; informações postas em demasia.
[R] = o trecho contém termos repetidos ao longo do texto: palavras (COESÃO); ideias (COERÊNCIA). Proposta de intervenção já existente na realidade atual.

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Re: TEMA: A prática de bullying nas escolas do Brasil

Mensagem por bruno89 em Qua Abr 26, 2017 5:44 pm

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bruno89
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Re: TEMA: A prática de bullying nas escolas do Brasil

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