TEMA: Os limites da liberdade de expressão no mundo contemporâneo

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TEMA: Os limites da liberdade de expressão no mundo contemporâneo

Mensagem por lucas1000 em Sab Mar 04, 2017 9:41 am

     Pense outra vez
  De acordo com a declaração dos direitos humanos, a liberdade consiste em fazer aquilo que não prejudique o próximo. Todavia, na contemporânea era digital e com a criação das redes socias aonde as pessoas adquiriram voz no âmbito global, os limites entre a liberdade de expressão e o discurso de ódio está cada vez mais estreito. Cabe assim ao cidadão "pensar duas vezes" antes de disseminar suas ideias no meio público.
  Primeiramente é preciso analisar com base no principio do dano, do filósofo John Stuart, que o homem pode fazer o que quiser desde que suas ações não prejudique o próximo. No entanto, nas redes sociais onde as pessoas possuem voz e muitas vezes conseguem se expressar de modo anônimo ou criando pseudônimos, tendo com isso mais coragem por acreditarem que não serão encontradas, elas acabam dizendo o que querem e como querem sem pensar que pode haver consequências.
  Além disso, é preciso relembrar o caso da jornalista Maria Julia, onde as pessoas aproveitaram do meio digital para critica lá e até mesmo promover discurso de ódio com base preconceituosa por meio de perfis falsos. Cabe assim, fazer o uso do "pensar duas vezes" para entender o limite da liberdade de expressão e o discurso de ódio.  
  Torna-se evidente, portanto, que no Brasil ainda não se faz o uso do "pensar outra vez" ou seja, as pessoas fazem o uso da ferramenta digital como uma arma para o discurso de ódio, sem ao menos pensar no próximo. Cabe assim a escola como principal meio de formação de um cidadão, trabalhar a ideia de um limite, para que não se atinja o próximo, mostrando que as pessoas podem se expressar sim, mas sem ultrapassar o limite do outro. A família de modo mais intimo pode usufruir dos recursos para mostrar a seus filhos que é preciso ter tolerância ao próximo, e só assim se terá uma sociedade que sabe se expressar mas também que sabe ser tolerante.

lucas1000
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Re: TEMA: Os limites da liberdade de expressão no mundo contemporâneo

Mensagem por Francis Bacon em Qui Mar 09, 2017 8:49 pm

Pense outra vez
De acordo com a declaração dos direitos humanos, a liberdade consiste em fazer aquilo que não prejudique o próximo. Todavia, na contemporânea era digital[,] e com a criação das redes socias aonde permitiu que as pessoas adquiriram voz no âmbito global, estreitando cada vez mais os limites entre a liberdade de expressão e o discurso de ódio[.] estão cada vez mais estreitos. Cabe[,] assim[,] ao cidadão "pensar duas vezes"[N] antes de disseminar suas ideias no meio público.

Primeiramente[,] é preciso analisar com base no princípio do dano, do[!] filósofo John Stuart, que o homem pode fazer o que quiser desde que suas ações não prejudique ao próximo. No entanto, nas redes sociais[R] onde as pessoas possuem voz[N] e muitas vezes conseguem se expressar de modo anônimo ou criando pseudônimos, tendo com isso mais coragem por acreditarem que não serão encontradas[?], elas acabam dizendo o que querem e como querem sem pensar que pode haver consequências.

Além disso, é preciso relembrar o caso da jornalista Maria Julia, onde em que as pessoas se aproveitaram do meio digital para criticá-la e até mesmo promover discurso de ódio com base preconceituosa por meio de perfis falsos. Cabe assim[R], fazer o uso[E] do "pensar duas vezes"[N][R] para entender o limite da liberdade de expressão e o discurso de ódio.[A]

Torna-se evidente, portanto, que[,] no Brasil[,] ainda não se faz o uso do "pensar outra vez"[R][N][,]ou seja, as pessoas fazem o uso da ferramenta digital como uma arma para o discurso de ódio, sem ao menos pensar no próximo. Cabe assim[R] a escola[,] como principal meio de formação do cidadão, trabalhar a ideia de um limite[] para que não se atinja o próximo, mostrando que as pessoas podem se expressar sim, mas sem ultrapassar o limite do outro. A família de modo mais íntimo[N] pode usufruir dos recursos para mostrar a seus filhos que é preciso ter tolerância ao próximo[][.] Só assim se terá uma sociedade que sabe se expressar mas também que sabe ser tolerante.
Nota:

 
I
80
O participante demonstra domínio mediano da norma-padrão, apresentando grande quantidade de desvios gramaticais e de convenções da escrita graves ou gravíssimos, além de presença de marcas de oralidade. Assim, há certos desvios graves que ocorrem em várias partes do texto, revelando que muitos aspectos importantes da norma-padrão ainda não foram incorporados aos seus hábitos linguísticos. O participante que realizar muitos desvios graves ou gravíssimos, mas não apresentar desestruturação sintática em excesso, receberá essa pontuação.
II
120
O participante desenvolve de forma adequada o tema, mas apresenta uma abordagem superficial, discutindo outras questões relacionadas. Desenvolve uma argumentação previsível e apresenta domínio adequado do tipo textual dissertativo-argumentativo, mas não apresenta explicitamente uma tese, detendo-se mais no caráter dissertativo do que no argumentativo. Reproduz ideias do senso comum no desenvolvimento do tema.
III
140
O participante seleciona, organiza e relaciona informações, fatos, opiniões e argumentos pertinentes ao tema proposto de forma consistente, em defesa de seu ponto de vista. Explicita a tese, seleciona argumentos que possam comprová-la e elabora conclusão ou proposta que mantenha coerência com a opinião defendida na redação. Entretanto, os argumentos utilizados são previsíveis. Não há cópia de argumentos dos textos motivadores.
IV
140
O participante articula as partes do texto, porém com algumas inadequações na utilização dos recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível poderá conter eventuais desvios, como: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico gramatical; sequência justaposta de ideias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá conter ainda desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição desnecessária de palavras ou substituição inadequada sem se valer dos recursos de substituição oferecidos pela língua. Esta pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar domínio regular dos recursos coesivos.
V
120
O participante elabora proposta de intervenção clara, relacionada à tese e bem articulada com a discussão desenvolvida no texto. São explicitados os meios para realizá-la. Desenvolvimento mediano dos meios para realizá-la.
Aviso:
*Lembre-se de que a quebra de linha entre os parágrafos, presente nesse fórum, é somente para facilitar a leitura do texto. No ENEM, a paragrafação deverá ser feita sem quebra de linha, apenas com o espaçamento entre a margem e o início de cada parágrafo.*
Legenda de Erros:
         
[!]
Evite
[A]
Argumentação
[D]
Descritivo
[F]
Fuga de Tema ou Tese
[N]
Norma Culta
[P]
Prolixidade
[?]
Confuso
[C]
Conectivo
[E]
Explique/Explicite
[G]
Gênero Textual
[R]
Repetição


[!] = expressão não indicada por conter possível: clichê; cacofonia; preciosismo; pleonasmo; redundância; queísmo; período longo.
[?] = o trecho contém problemas na interpretação (releia) (COERÊNCIA): ambiguidade; difícil entendimento; ausência de sentido lógico.
[A] = o trecho contém falhas técnicas na argumentação: explicação carece de fonte; sequência argumentação/explicação possui lógica falaciosa (Ex.: de acordo com a Biologia, toda banana é amarela, logo todo limão também é);
[C] = o trecho contém problemas nos elementos de sequenciação (COESÃO): ausência de conectivo ligando períodos; uso incorreto do elemento coesivo (conjunção) em relação à sequência de períodos e seu significado.
[D] = o trecho não contém argumentação ou tende para a descrição sobre o tema (lembre-se de que fato, quando sozinho, não sustenta argumento, é preciso explicitar como ele se desenvolve em problema).
[E] = sentença com sentido incompleto (de que, quem, do que, o que, pra que/quem, qual/quais, pelo que, como???) (o corretor não vai parar sua correção para procurar o significado do que você quis dizer).
[F] = o trecho contém falhas na abordagem do tema sugerido: desenvolve de maneira superficial o tema sugerido (foque no tema da proposta, e não no assunto); desenvolve uma ideia ao longo do texto que não explicitada na tese da introdução; soluciona um problema na proposta de intervenção que não foi trabalhado ao longo do desenvolvimento no texto.
[G] = o trecho apresenta falha no gênero dissertativo-argumentativo: tese rasa ou não explícita; paragrafação em sequência diferente do padrão (intro. > desenv. > concl.); verbo em 1ª ou 2ª pessoa; proposta de intervenção conjugada em tempo verbal diferente do imperativo afirmativo.
[N] = o trecho contém palavra ou expressão com traços de informalidade: erros ortográficos; gírias; linguagem popular.
[P] = o trecho contém informação desnecessária: prolongamento irrelevante de seu conteúdo por meio de argumentos abundantes ou altamente detalhados; informações postas em demasia.
[R] = o trecho contém termos repetidos: palavras (COESÃO); ideias (COERÊNCIA).

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