TEMA: O livro na era da digitalização do escrito e da adoção de novas ferramentas de leitura.

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TEMA: O livro na era da digitalização do escrito e da adoção de novas ferramentas de leitura.

Mensagem por lorena19 em Qua Fev 15, 2017 8:53 pm

Certamente Gutenberg não poderia imaginar que o fruto de sua invenção - produção de livros em larga escala - não seria mais tão essencial, como ocorre atualmente na era da digitalização, em que os livros são adquiridos e armazenados com a facilidade de um clique. Porém, apesar de não essencial, a produção e aquisição de livros físicos permanece tendo seu lugar na sociedade consumidora, fazendo com que o livro impresso no papel divida espaço com o livro impresso nas telas de aparelhos eletrônicos.

Muitas vezes questiona-se o quanto o mundo digital interfere na aquisição de conhecimento e pensamento crítico, que, na visão de muitos, é feita através dos livros. Entretanto, Antoine de Saint-Exupéry, autor do livro ¨O Pequeno Príncipe¨, infere que ¨a máquina não isola o homem dos grandes problemas da natureza, mas insere-o mais profundamente¨.

Portanto, a digitalização do livro é uma maneira de digitalizar o aprendizado, de adquirir conhecimento com funcionalidade e praticidade. Porém, não deve-se pensar que o livro físico simplesmente deixará de existir, pois continua firme frente às mudanças experimentadas pelo mundo.

Contudo, o meio eletrônico não é apenas difusor de conhecimento, tendo também ferramentas que promovem alienação. É responsabilidade da família e da escola, iniciadores do indivíduo na leitura, trabalhar a importância dos livros físicos, bem como auxiliar o processo de aquisição de conhecimento através de instrumentos digitais. Além disso, o governo, por meio de campanhas educacionais, pode trabalhar a temática do conhecimento digitalizado. Entretanto, o crucial é propagar que, não importa se o livro é de papel, o que importa é conscientizar as pessoas sobre o papel do livro.

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Re: TEMA: O livro na era da digitalização do escrito e da adoção de novas ferramentas de leitura.

Mensagem por Francis Bacon em Qui Fev 16, 2017 8:48 am

Certamente Gutenberg não poderia imaginar que o fruto de sua invenção — produção de livros em larga escala — não seria mais tão essencial, como ocorre atualmente na era da digitalização, em que os livros são adquiridos e armazenados com a facilidade de um clique. Porém, apesar de não essencial[R], a produção e aquisição de livros[R] físicos permanece tendo seu lugar na sociedade consumidora, fazendo com que o livro impresso[R] no papel divida espaço com o livro impresso[R] nas telas de aparelhos eletrônicos[?].

Muitas vezes[,] questiona-se o quanto o mundo digital interfere na aquisição de conhecimento e pensamento crítico, que[] na visão de muitos, é feita através dos livros. Entretanto, Antoine de Saint-Exupéry, autor do livro ¨O Pequeno Príncipe¨, infere que ¨a máquina não isola o homem dos grandes problemas da natureza, mas insere-o mais profundamente¨.

Portanto, a digitalização do livro é uma maneira de digitalizar[!] o aprendizado, fazendo com que o indivíduo adquirira conhecimento com funcionalidade e praticidade. Porém, não se deve pensar que o livro físico simplesmente deixará de existir, pois continua firme ante as mudanças experimentadas pelo mundo.

Contudo, o meio eletrônico não é apenas difusor de conhecimento, tendo também ferramentas que promovem alienação. É responsabilidade da família e da escola, iniciadores do indivíduo na leitura, trabalhar a importância dos livros físicos[] bem como auxiliar o processo de aquisição de conhecimento através de instrumentos digitais. Além disso, o governo[] por meio de campanhas educacionais[] pode[G] trabalhar a temática do conhecimento digitalizado. Entretanto, o crucial é propagar que[] não importa se o livro é de papel, o que importa é conscientizar as pessoas sobre o papel do livro.
Nota:
 
I
80
O participante demonstra domínio mediano da norma-padrão, apresentando grande quantidade de desvios gramaticais e de convenções da escrita graves ou gravíssimos, além de presença de marcas de oralidade. Assim, há certos desvios graves que ocorrem em várias partes do texto, revelando que muitos aspectos importantes da norma-padrão ainda não foram incorporados aos seus hábitos linguísticos. O participante que realizar muitos desvios graves ou gravíssimos, mas não apresentar desestruturação sintática em excesso, receberá essa pontuação.
II
120
O participante desenvolve de forma adequada o tema, mas apresenta uma abordagem superficial, discutindo outras questões relacionadas. Desenvolve uma argumentação previsível e apresenta domínio adequado do tipo textual dissertativo-argumentativo, mas não apresenta explicitamente uma tese, detendo-se mais no caráter dissertativo do que no argumentativo. Reproduz ideias do senso comum no desenvolvimento do tema.
III
80
O participante apresenta informações, fatos e opiniões pouco articulados ou contraditórios, embora pertinentes ao tema proposto. O texto que se limitar a reproduzir os argumentos constantes na proposta de redação, em defesa de um ponto de vista, também receberá essa pontuação.
IV
80
O participante apresenta informações, fatos e opiniões pouco articulados ou contraditórios, embora pertinentes ao tema proposto. O texto que se limitar a reproduzir os argumentos constantes na proposta de redação, em defesa de um ponto de vista, também receberá essa pontuação.
V
40
O participante elabora proposta de intervenção tangencial ao tema ou subentendida no desenvolvimento da argumentação.
Aviso:
*Lembre-se de que a quebra de linha entre os parágrafos, presente nesse fórum, é somente para facilitar a leitura do texto. No ENEM, a paragrafação deverá ser feita sem quebra de linha, apenas com o espaçamento entre a margem e o início de cada parágrafo.*
Legenda de Erros:
         
[!]
Evite
[C]
Conectivo
[F]
Fuga de Tema ou Tese
[N]
Norma Culta
[R]
Repetição


[?]
Confuso
[E]
Explique/Explicite
[G]
Gênero Textual
[PD]
Parágrafo Descritivo
[TP]
Trecho Prolixo

[!] = expressão não indicada por conter: clichê; cacofonia; preciosismo; pleonasmo; redundância; generalização.
[?] = trecho com possível interpretação ambígua, ou de difícil entendimento, ou com ausência de sentido lógico (releia). (COERÊNCIA)
[C] = ausência de conectivo ou uso incorreto do elemento coesivo em relação à sequência justaposta entre as frases e o seu significado. (COESÃO)
[E] = palavra/expressão inusual ou carece de fonte; com sentido incompleto (de que/quem, do que, pra que/quem, qual/quais, como???) (o corretor não vai parar a correção para procurar o significado do que você quis dizer).
[F] = o trecho aborda de maneira superficial o tema sugerido (foque no tema da proposta, e não no assunto); aborda uma ideia que não esteja explicitada na tese; proposta de intervenção solucionando problema que não foi desenvolvido ao longo do texto.
[G] = texto com falhas no gênero dissertativo-argumentativo: tese rasa ou não explícita; parágrafo em sequência diferente do padrão (intro. > desenv. > concl.); verbo em 1ª ou 2ª pessoa; proposta de intervenção conjugada em tempo verbo não pertencente ao imperativo afirmativo.
[N] = expressão ou palavra contém traços de informalidade.
[PD] = o parágrafo não contém argumentação ou tende para a descrição sobre o tema (lembre-se de que fato sozinho não sustenta argumento, é preciso explicitar como ele se desenvolve em problema).
[R] = palavra repetida (COESÃO); ideia repetida (COERÊNCIA).
[TP] = palavra ou trecho com possível informação desnecessária ou prolongamento irrelevante de seu conteúdo por meio de argumentos abundantes ou palavras postas em demasia.

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