TEMA: A ineficiência estatal frente a crise carcerária

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TEMA: A ineficiência estatal frente a crise carcerária

Mensagem por v_maia em Ter Fev 14, 2017 5:25 pm

A questão carcerária no Brasil segue sendo alvo de duras críticas quanto a ineficaz abordagem do Estado em relação aos presos. Esta má gestão tem como consequências superlotações, fugas e até mesmo massacres entre internos oriundos de rebeliões.

Ao analisar a situação prisional, vê-se que grande parte dos problemas advém da superlotação dos presídios e da ausência de reintegração do detento com a sociedade. Este ainda é visto de modo marginalizado, dificultando uma inserção futura no mercado de trabalho, o que acarreta muitas vezes em uma reincidência no crime.

Reflexivamente o Estado mostra uma inaptidão em lidar com a problemática, agindo como autômato e insistindo na repetição de fórmulas preestabelecidas que se detêm na construção massiva de penitenciárias e negligencia a provisão de proteção e condições básicas ao preso, que acaba sendo assumida pelas facções criminosas.

Para lidar com a crise carcerária é preciso desburocratizar a atuação estatal, adotando medidas céleres e direcionadas a coibir a desordem. Dentre as opções que podem ser adotadas têm-se: redução na capacidade das prisões; prioridade nos julgamentos de presos provisórios, evitando a lotação nos presídios bem como o contato com os condenados; provisão de opções de trabalho e estudo como forma de coibir a reincidência.

A fim de dirimir a barbárie estrutural que assola as prisões brasileiras é preciso  uma mudança de abordagem, de modo que paliativos sejam substituídos por intervenções globais provenientes de uma atuação associada entre as três esferas de Poder, visando a reparação das falhas estruturais nas penitenciárias e a reintegração do infrator à sociedade.

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Re: TEMA: A ineficiência estatal frente a crise carcerária

Mensagem por Francis Bacon em Ter Fev 14, 2017 6:02 pm

A questão carcerária no Brasil segue sendo alvo de duras críticas quanto a ineficaz abordagem do Estado em relação aos presos. Esta má gestão tem como consequências superlotações, fugas e até mesmo massacres oriundos de rebeliões entre os internos.

Ao analisar a situação prisional, vê-se que grande parte dos problemas advém da superlotação dos presídios e da ausência de reintegração do detento com a sociedade. Este ainda é visto de modo marginalizado, dificultando uma inserção futura no mercado de trabalho, o que acarreta muitas vezes em uma reincidência no crime.[F = você não explicou a superlotação como gatilho para o problema]

Reflexivamente o Estado mostra uma inaptidão em lidar com a problemática, agindo como autômato e insistindo na repetição de fórmulas preestabelecidas que se detêm na construção massiva de penitenciárias e negligencia a provisão de proteção[E] e as condições básicas[E] ao preso, que acaba sendo assumida pelas facções criminosas[E].

Para lidar com a crise carcerária é preciso desburocratizar a atuação estatal[E], adotando medidas céleres e direcionadas a coibir a desordem. Dentre as opções que podem ser adotadas têm-se: redução na capacidade das prisões[?]; prioridade nos julgamentos de presos provisórios, evitando a lotação nos presídios bem como o contato com os condenados; provisão[R] de opções de trabalho e estudo como forma de coibir a reincidência.

A fim de dirimir[!] a barbárie estrutural que assola as prisões brasileiras é preciso uma mudança de abordagem, de modo que paliativos sejam substituídos por intervenções globais provenientes de uma atuação associada entre as três esferas do Poder[?!], visando a reparação das falhas estruturais nas penitenciárias e a reintegração do infrator à sociedade.

Nota:
 
I
200
O participante demonstra excelente domínio da norma-padrão, não apresentando ou apresentando pouquíssimos desvios gramaticais leves e de convenções da escrita. Assim, o mesmo desvio não ocorre em várias partes do texto, o que revela que as exigências da norma-padrão foram incorporadas aos seus hábitos linguísticos e os desvios foram eventuais. Desvios mais graves, como a ausência de concordância verbal, excluem a redação da pontuação mais alta.
II
200
O participante desenvolve muito bem o tema, explorando os seus principais aspectos. A redação contém uma argumentação consistente, revelando excelente domínio do tipo textual dissertativo-argumentativo. Isso significa que o texto está estruturado, por exemplo, com: uma introdução, em que a tese a ser defendida é explicitada; argumentos que comprovam a tese, distribuídos em diferentes parágrafos; um parágrafo final com a proposta de intervenção funcionando como uma conclusão. Além disso, os argumentos defendidos não ficam restritos à reprodução das ideias contidas nos textos motivadores nem a questões do senso comum.
III
140
O participante apresenta informações, fatos, opiniões e argumentos pertinentes ao tema proposto, porém os organiza e relaciona de forma pouco consistente em defesa de seu ponto de vista. As informações são aleatórias e desconectadas entre si, embora relacionadas ao tema. O texto revela pouca articulação entre os argumentos, que não são convincentes para defender a opinião do autor.
IV
180
O participante articula as partes do texto, com poucas inadequações na utilização de recursos coesivos. A redação enquadrada neste nível não poderá conter: frases fragmentadas que comprometam a estrutura lógico gramatical; sequência justaposta de ideias sem encaixamentos sintáticos; ausência de paragrafação; frase com apenas oração subordinada, sem oração principal. Poderá, no entanto, conter alguns desvios de menor gravidade: emprego equivocado do conector; emprego do pronome relativo sem a preposição, quando obrigatória; repetição desnecessária de palavras ou substituição inadequada sem se valer dos recursos de substituição oferecidos pela língua. Esta pontuação deve ser atribuída ao participante que demonstrar domínio dos recursos coesivos.
V
160
O participante elabora proposta de intervenção clara, relacionada à tese e bem articulada com a discussão desenvolvida no texto. São explicitados os meios para realizá-la.
Aviso:
*Lembre-se de que a quebra de linha entre os parágrafos, presente nesse fórum, é somente para facilitar a leitura do texto. No ENEM, a paragrafação deverá ser feita sem quebra de linha, apenas com o espaçamento entre a margem e o início de cada parágrafo.*
Legenda de Erros:
         
[!]
Evite
[C]
Conectivo
[F]
Fuga de Tema ou Tese
[N]
Norma Culta
[R]
Repetição


[?]
Confuso
[E]
Explique/Explicite
[G]
Gênero Textual
[PD]
Parágrafo Descritivo
[TP]
Trecho Prolixo

[!] = expressão não indicada por conter: clichê; cacofonia; preciosismo; pleonasmo; redundância; generalização.
[?] = trecho com possível interpretação ambígua, ou de difícil entendimento, ou com ausência de sentido lógico (releia). (COERÊNCIA)
[C] = ausência de conectivo ou uso incorreto do elemento coesivo em relação à sequência justaposta entre as frases e o seu significado. (COESÃO)
[E] = palavra/expressão inusual; com sentido incompleto (de que/quem, do que, pra que/quem, qual/quais, como???) (o corretor não vai parar a correção para procurar o significado do que você quis dizer).
[F] = o trecho aborda de maneira superficial o tema sugerido (foque no tema da proposta, e não no assunto); aborda uma ideia que não esteja explicitada na tese; proposta de intervenção solucionando problema que não foi desenvolvido ao longo do texto.
[G] = texto com falhas no gênero dissertativo-argumentativo: tese rasa ou não explícita; parágrafo em sequência diferente do padrão (intro. > desenv. > concl.); verbo em 1ª ou 2ª pessoa.
[N] = expressão ou palavra contém traços de informalidade.
[PD] = o parágrafo não contém argumentação ou tende para a descrição sobre o tema (lembre-se de que fato sozinho não sustenta argumento, é preciso explicitar como ele se desenvolve em problema).
[R] = palavra repetida (COESÃO); ideia repetida (COERÊNCIA).
[TP] = palavra ou trecho com possível informação desnecessária ou prolongamento irrelevante de seu conteúdo por meio de argumentos abundantes ou palavras postas em demasia.

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Re: TEMA: A ineficiência estatal frente a crise carcerária

Mensagem por Francis Bacon em Qua Fev 15, 2017 12:52 pm

Errata: negligencia. falta de atenção

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Re: TEMA: A ineficiência estatal frente a crise carcerária

Mensagem por v_maia em Qua Fev 15, 2017 9:34 pm

Muito obrigada pela correção. Vou por em prática as orientações e ficar mais atenta aos erros cometidos.
Parabéns pelo trabalho.

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Re: TEMA: A ineficiência estatal frente a crise carcerária

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