SEMANA 8: TEMA: A segurança nos megaeventos brasileiros – Um caminho para a eficiência ou eterna preocupação?

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SEMANA 8: TEMA: A segurança nos megaeventos brasileiros – Um caminho para a eficiência ou eterna preocupação?

Mensagem por Francis Bacon em Dom Mar 20, 2016 11:05 pm

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema A segurança nos megaeventos brasileiros: um caminho para a eficiência ou eterna preocupação?, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
 

TEXTO I

A um ano do início dos Jogos Olímpicos de 2016, a atenção internacional está voltada para o Rio de Janeiro, e sobre como a cidade se prepara para enfrentar importantes desafios. Entre estes testes, talvez um dos mais importantes seja o de garantir a segurança de atletas e turistas de todo o mundo, incluindo mais de 200 delegações olímpicas, 80 chefes de Estado e um público estimado em mais de meio milhão de pessoas durante os 17 dias do evento.
Segundo os organizadores, trata-se do “maior esquema de segurança da história do Brasil”, com um total de 85 mil homens (mais do que o dobro do efetivo utilizado nos Jogos de Londres, em 2012), e orçamento estimado em mais de R$ 1 bilhão, incluindo treinamentos e a compra de equipamentos como blindados e helicópteros, além da cooperação com forças policiais de outros países.
Mas, embora autoridades e o Comitê Rio 2016 garantam que os preparativos estejam correndo dentro do cronograma, com transparência orçamentária e a contento do Comitê Olímpico Internacional (COI), analistas questionam pontos como a coordenação entre diferentes órgãos, os esforços antiterrorismo, potenciais manifestações e a situação volátil no Complexo da Maré, conjunto de 16 favelas localizado entre o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) e o centro da cidade.
As recentes atualizações do Plano Estratégico do governo, com definições de responsabilidades e detalhes de medidas, chegam em meio a uma sequência de más notícias para a segurança pública do Rio, apesar de estatísticas oficiais apontarem uma queda no índice de homicídios e mortes violentas. Nos últimos meses, a cidade olímpica registrou um aumento do clima de insegurança, com assaltos e esfaqueamentos com mortes em diversos pontos – incluindo a Lagoa Rodrigo de Freitas, que sediará provas – além de tiroteios com feridos num dos corredores de ônibus BRT, uma morte dentro de uma estação de metrô, assaltos em trens e mortos por balas perdidas, além de diversos incidentes em favelas com UPPs.
 

TEXTO II

A reunião de planejamento da Olimpíada dos jornalistas e comunicadores do Grupo RBS estava para começar. Sala cheia, dezenas de colegas se cumprimentando, quando chega o Luciano Potter, colunista de ZH e comunicador da Atlântida e do Pretinho Básico, agitado:
– Acabei de ser assaltado no Centro. O cara me botou uma faca no pescoço. Levou meu celular.
Potter contou a história para dois ou três colegas. Começou a reunião. Todos sentaram e começaram a trabalhar. No dia seguinte, alguém comenta comigo no corredor da Redação: sabia que levaram o carro da Célia Ribeiro (colunista do Donna)?
Entro na minha sala e uma pessoa da família me manda um link de uma matéria da própria Zero Hora: fizeram um arrastão em uma pizzaria conhecida do nosso bairro.
E segue a vida. Ninguém se surpreende mais com um colega ameaçado com uma faca no pescoço, com uma senhora de 86 anos vítima de roubo à mão armada, com arrastão no restaurante da esquina. Nossos leitores estão nos dizendo todo dia: a criminalidade virou epidemia.
Você aí deve estar lendo isto e lembrando de vários casos em que um colega, um parente, um conhecido, um amigo ou você mesmo foi vítima. Pense em qualquer familiar. Tem alguém na sua família que ainda não passou por isso?
 

TEXTO III


 

TEXTO IV

Autoridades envolvidas na organização da Copa do Mundo 2014 divulgaram nessa segunda-feira um balanço sobre a realização do Mundial. Os resultados foram apresentados no Centro Integrado de Segurança e Controle, em Brasília (DF).
A área de defesa e segurança foi apontada como um dos pontos fortes no planejamento do torneio.
O ministro da Defesa, Celso Amorim, elogiou a atuação dos 59 mil homens das Forças Armadas que participaram do evento. Para ele, os militares tiveram um desempenho que uniu eficiência e discrição.
O grande legado da Copa do Mundo, na visão do ministro, foi a ação conjunta entre os diferentes agentes públicos envolvidos com o planejamento de segurança e defesa.
Durante o Mundial de futebol, a Defesa, por meio das Forças Armadas, atuou em dez eixos estratégicos no cumprimento de missões típicas militares, tais como a defesa do espaço aéreo, defesa marítima e fluvial, fiscalização de explosivos e defesa cibernética. O efetivo contou com o trabalho 116,5 mil profissionais. O número sobe para 177 mil se somado com os setores de defesa e de inteligência.
Disponível em: http://www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2014/07/ divulgado-balanco-de-defesa-e-seguranca-durante-a-copa-2014
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