TEMA: A QUESTÃO DO DESMATAMENTO NO BRASIL

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TEMA: A QUESTÃO DO DESMATAMENTO NO BRASIL

Mensagem por bea_99 em Qua Ago 16, 2017 3:03 pm

No que se refere ao desmatamento, pode-se perceber, infelizmente, a resistência desse conflito em uma vasta porção da população brasileira. Isso se evidencia pelo aumento abundantemente substancial da incidência de complicações provenientes da grande pecuária bovina em consonância com consideráveis objeções que intervém na determinada problemática. Por conseguinte, tornam-se indispensáveis atitudes efetivas que convertam definitivamente a questão.

No limiar do século XXI, o Brasil foi convidado a administrar um excedente crescimento do quantitativo de áreas com suas matas destruídas relacionado à alta criação de gados. Apenas no ano de 2016, 78% do desmatamento da Amazônia ocorreu a fim de abrir espaços para pastos, segundo dados pertencentes ao Imazon. À vista desse fato relevante, é indubitável que a exacerbada pecuária bovina é um problema demasiado caótico, uma vez que, com a constante degradação das matas para realizar tal atividade, o local afetado fica bastante vulnerável às consequências advindas das drásticas mudanças climáticas – como a seca de reservatórios de São Paulo, em 2014, decorrente da ausência de chuvas.

Outrossim, muitos fatores apresentam-se como obstáculos, dificultando a resolução do inconveniente. Para combater tais consequências, é preciso amenizar, de modo significativo, os fenômenos que contribuem para tal situação. Entretanto, o processo de urbanização também se faz presente em meio aos brasileiros, com ênfase na pesquisa realizada pelo IBGE, a qual informa que mais de 80% da população vive em cidades. Esse, entre outros abismos, contribui para a persistência dos transtornos oriundos do desmatamento e é gravíssimo, haja vista que, com a predominante expansão urbana, uma farta parte de áreas verdes é reduzida, prejudicando espécies nativas do lugar com a destruição de seus habitats e, assim, conduzindo-as à extinção – motivo pelo qual o mencionado empecilho não deve ser negligenciado.

Medidas eficientes, portanto, são necessárias para resolver o impasse. Alusivo a isso, urge que o Estado reduza as atividades de pecuária e estenda as áreas de preservação ambiental, permitindo, com o objetivo de manter a renda antes gerada pelos recursos dos pastos, a visitação de turistas. Além disso, cabe ao governo a criação de jardins verticais nas cidades, visando à manutenção de espaços verdes mesmo estando em companhia da urbanização. Ademais, convém que ONGs, em parceria com as escolas e as vias midiáticas, invistam amplamente na educação e pontualmente na conscientização dos cidadãos acerca dos mecanismos de coibição da devastação de florestas para manutenção de espécies, visto que, confirma Nelson Mandela, a educação é o meio de maior eficácia na mudança e no avanço do mundo. Nesse sentido, poder-se-á afirmar, quem sabe, que a significativa minimização do índice de desmatamento deixará de ser utópica.

bea_99
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