Sobrevivendo.

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Sobrevivendo.

Mensagem por Amanda Rodrigues em Sex Jun 23, 2017 3:45 pm

A questão da desigualdade étnica e de gênero, não é uma invenção atual, pois tem suas origens no imperialismo e na revolução industrial, onde os europeus começaram a conquistar os seus território e a acreditarem que por serem mais desenvolvidos tinham direto de oprimir as outras etnias e as mulheres na revolução recebiam salários extremamente menores em relação aos homens. Assim faz-se necessário combater esse impasse que se faz presente há séculos.
''Luke Cage'' (primeiro herói negro, criado pela Marvel), e ''Mulher Maravilha (primeira heroína, criada pela DC), foram um grande marco na quebra de paradigmas nas décadas de 30 e 70. Dessa forma a ideia do líder Gandhi de que o futuro dependerá daquilo que fazemos no presente parece fazer alusão ao fato de que duas ações do passado fizeram tamanha diferença nos quadrinhos de hoje, e que nossas ações no agora podem fazer exacerbada diferença no futuro.
Na obra ''Doze anos de escravidão'' Solomon Northup (ex-escravo e escritor) discorre ''Eu não quero sobreviver, eu quero viver.'', assim como Northup, existem pessoas que ''sobrevivem'' apenas pelo poder que outros acreditam ter sobre elas, e esquecem de ''viver''.
Com isso, o autoritarismo cresce.
Em ''Dom Casmurro'' Machado de Assis, retrata a submissão de ''Capitú'' a ''Bentinho'', onde o marido acredita estar totalmente correto. Analogamente, assim como ''Capitú'', pessoas sofrem diariamente com a falta de liberdade de expressão e censura de suas palavras e atos por serem de uma etnia ou gênero distinto.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Combater a desigualdade é difícil, porém não utópico. O MEC (Ministério da Educação) deve instituir nas escolas palestras a fim de conscientizar os alunos, o apoio familiar a as denúncias são de extrema importância também, a Receita Federal deve investir uma parcela dos impostos arrecadados na cultura e movimentos sociais, para que dessa maneira possamos espalhar constantemente os grãos para que as sementes encontrem um terreno fértil, como aconselhou Júlio Verne.

Amanda Rodrigues
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